Diversificando a Vida!
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Curtir ou não Curtir, eis o carvão


Desde que o Facebook anunciou a construção de um centro de dados movido a carvão, o Greenpeace está no pé da rede social. Com uma pitada de descontração, nosso escritório nos Estados Unidos – local da planta – iniciou uma campanha para que o fundador da rede, Mark Zuckerberg, deixe de lado essa fonte antiga e suja e opte por fontes renováveis.

Por enquanto, Zuckerberg não deu ouvidos. Então, continuamos em frente. Quase 60 mil pessoas já “curtiram” a página “Unfriend Coal”, criada no Facebook para dar voz à campanha. O último passo foi um concurso relâmpago: pedimos que fossem enviadas fotos ou montagens criativas pedindo à companhia que aderisse às renováveis.

O resultado foi divertido. Em cinco dias, chegaram mais de 600 fotos e centenas de pessoas “curtiram” a iniciativa. Nas imagens enviadas, até Einstein e bichos de estimação entraram na dança. Nossa expectativa é que até 22 de abril, Dia da Terra, o Facebook apresente um novo plano de suprimento de energia para seu centro de dados. Até lá, você também pode enviar sua foto. Para ver as finalistas, clique aqui.

FONTE: Greenpeace

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tem uma usina logo ali

VISUALIZAÇÃO MELHOR DO MAPA
Você sabia que existem mais de duas mil usinas de geração de energia no País? Elas estão aí, espalhadas pelo Brasil, algumas bem perto de onde você vive. Veja onde estão e entenda quais os principais impactos causados por elas na comunidade e no meio ambiente.

Hidrelétrica e pequenas centrais elétricas

Atualmente o Brasil possui 173 hidrelétricas e 392 pequenas centrais elétricas, que produzem 84% da energia do País.

Para ser construída, a usina alaga grandes áreas, desalojando comunidades, causando impactos na biodiversidade e alterando o fluxo de rios.

Nuclear

A rede elétrica brasileira possui duas usinas nucleares, responsáveis por 2,79% da energia do País.
Risco de acidentes, desafio de gerir rejeitos radioativos, impactos na água e no solo, resultantes da mineração são alguns dos principais problemas dessa energia. É considerada a fonte de energia mais polêmica.

Termelétrica

Esse tipo de usina é a que o País possui em maior quantidade. São 1408 plantas espalhadas pelo território, responsáveis pela produção de 13,08% da energia do Brasil.

Termelétricas podem ser abastecida com óleo combustível, gás natural, carvão, biomassa, gás natural ou diesel, causando a emissão de gases de efeito estufa, impactos na saúde humana, impactos na água e no solo, resultantes da mineração.

Eólica

É uma das mais recentes fontes de energia do País. Em pouco mais de cinco anos, o governo construiu 51 plantas, o equivalente a 0,13% da energia brasileira.

Se mal planejada, pode afetar a rota de migração de pássaros. O ruído gerado causa impacto na fauna local. É considerada atualmente a geração de energia mais limpa.

FONTE: Greenpeace

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Apagão na Minha Casa!


Ontem de noite quando calmamente assistia um filme da Vida de Ray Charles enterpretado por Jamie Foxx ocorre um apagão dentro da minha casa ( não sabendo que era ne vários Estados), quando as luzes apagam e você só ouve a voz de uma criança de um ano chorando que não sabe o por que da luz ter apagado, você fica sem saber o que fazer no meio da escuridão, foi muito difícil acalmar Iana, Mas o fim de noite surpreendera toda minha família sem luz, foi difícil dar banho em Iana, também foi difícil se locomover pela casa garantindo belos hematomas sem falar do calor que era insuportável, enfim todos dormiram la pra uma hora da manhã, foi uma noite difícil mas acho que deve ter sido pior para quem estava na rua.


Hoje o jornal divulgou a noticia de que o a pagão foi em grande escala pelo nordeste ( e eu pensando que era só um problema na minha rua), vendo essa noticia pensei como um apagão desse ocorre no Brasil, então fui procurar me informar um pouco sobre esse apagão encontrei bastante informação, nos jornais de Salvador eles trataram o problema do apagão com muita seriedade.


Entrei agora a pouco no site do Greenpeace e encontrei uma notícia sobre o apagão que me esclareceu bastante: 


Oito estados do Nordeste passaram até quatro horas sem luz na madrugada desta sexta-feira, dia 04, graças a uma falha técnica em uma subestação de transmissão de energia no interior de Pernambuco, que provocou um efeito cascata de falta de energia na região. O incidente comprova que o Brasil precisa investir em eficiência de geração e distribuição de energia. 


“Gerar energia mais perto de onde ela será consumida, o que chamamos de geração descentralizada, é a maneira mais segura de garantir que não haverá falta de eletricidade no país”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace. “Além de uma alternativa para o problema de apagões generalizados, a descentralização evita as perdas de energia que acontecem no processo de transmissão e pode garantir fornecimento a um milhão de pessoas que ainda não têm energia elétrica no Brasil”, diz. 

A nova versão do relatório Revolução Energética, estudo elaborado pelo Greenpeace, em parceria com especialistas do setor e lançado no final de 2010, mostra como o Brasil pode se tornar 93% renovável nos próximos 40 anos, com investimentos em energia limpa e eficiência. Pelas projeções do relatório, 26,4% da energia que consumiremos será proveniente de solar e eólica. “O Nordeste é a região do país onde o sol e o vento podem gerar mais energia. Com todo este potencial, não faz sentido um defeito de transmissão ser capaz de cessar o abastecimento de oito estados”, conclui Baitelo.

A falta de luz me fez pensar como somos tão dependentes da energia, quem não tinha um palito fósforo em casa teve que se virar do mesmo jeito dos nossos antepassados. 


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Proteste nas 'ruas' da internet


Você sabia que participar do Greenpeace como um ciberativista faz a diferença nas ações em defesa do planeta? A cada dia, criamos diferentes formas de mobilização on-line. Elas ampliam a pressão sobre os responsáveis pela destruição das florestas, pelo aquecimento global e pela degradação dos oceanos.

Além de assinar nossas petições, você participa como ciberativista ao escrever em seu blog, repassar as petições a amigos e replicar nossas notícias – criando uma onda de mobilização na rede.

Com ações nacionais e globais, conectamos pessoas de todo o mundo por um objetivo comum: transformar o planeta em um lugar mais justo, mais limpo e mais pacífico para esta e futuras gerações.

Faça parte desse time!

O que você pode fazer:

- assinar as petições on-line;
- encaminhar nossos e-mails a seus amigos;
- seguir o Greenpeace nas redes sociais;
- publicar nossas notícias/vídeos/petições em blogs, sites e redes sociais;
- comentar nossas notícias;
- iniciar debates e fóruns sobre as campanhas do Greenpeace, incentivando a troca de conhecimento;
- juntar-se a nós como colaborador.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

8 fatos que mostram efeitos do Aquecimento Global

Muitos pensam que vai demorar centenas de anos até serem vistos as primeiras consequências do aquecimento global. Porém, os sinais já estão evidentes, mesmo que em detalhes, só que o mundo não se esforça para ver.

Um estudo do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos revelou que o ano de 2010 foi, junto com 2005, o ano mais quente da história desde que os registros começaram a ser feitos, em 1880. O ano de 2010 foi o 34º ano consecutivo com temperaturas acima da média global do século 20.

A seguir, veja oito fatos do estudo que denunciam a ação do aquecimento global no planeta:

- Combinadas, as temperaturas anuais terrestre e da superfície do oceano empataram com o ano de 2005 como o período mais quente já registrado.

- A temperatura global em 2010 foi a segunda mais quente já registrada, com 0,96°C acima da média do século 20.

- A temperatura da superfície do oceano ficou empatada com a de 2005 como a terceira mais quente já registrada, com 0,49°C acima da média do século 20.

- Em 2010, houve uma mudança drástica na oscilação sul do El Niño - que influencia a temperatura global e os padrões de precipitação -, quando um El Niño de moderado a forte se transformou em La Niña em julho. No final de novembro, o fenômeno La Niña foi de moderado a forte.

- De acordo com a Rede Histórica Global de Climatologia, 2010 foi o ano mais úmido já registrado, em termos de precipitação média global.

- A temporada de furacões do Pacífico em 2010 teve sete tempestades tropicais e três furacões, o menor índice registrado desde meados dos anos 60, quando os cientistas começaram a usar a observação por satélite. Em contrapartida, a temporada do Atlântico foi extremamente ativa, com 19 tempestades e 12 furacões. O ano terminou em terceiro como o de mais tempestades e em segundo como o de mais furacões já registrados.

- A extensão do gelo ártico tinha um registro de longos períodos de crescimento, com o ápice anual ocorrido em 31 de março do ano passado, desde que os registros começaram em 1979. Apesar da estação de derretimento mais curta que o normal, o Ártico atingiu o seu terceiro menor índice de gelo do mar anual, atrás apenas de 2007 e 2008. A extensão do gelo marinho da Antártida atingiu o oitavo menor índice máximo de extensão anual em março.

- A oscilação negativa do Ártico em janeiro e fevereiro ajudou a espalhar o ar frio do Ártico para grande parte do Hemisfério Norte. Frios recordes e grandes nevascas com acúmulos de neve ocorreram em grande parte da América, norte da Europa Oriental e da Ásia.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Crianças do projeto Sala Verde terão cartilha com informações sobre o uso consciente de embalagens



Os espaços do projeto Sala Verde de todo o país receberão, neste mês de janeiro, uma cartilha voltada para crianças com informações sobre o consumo consciente e as alternativas de reciclagem de embalagens, além de atividades que incentivam e ensinam a construir brinquedos e outros objetos utilizando embalagens usadas. Um das lições também ensina os pequenos a identificar as lixeiras de coleta seletiva.

A cartilha, intitulada 'Nós, as Embalagens e o Meio Ambiente', foi elaborada peloInstituto de Embalagens e será distribuida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Ao todo, foram produzidas 30 mil exemplares que devem atender 300 mil crianças, com o objetivo de diminuir os impactos ambientais através da informação.

O projeto Sala Verde foi criado em 2007 e é coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do MMA. Todo o trabalho é voltado para a criação de espaços em instituições públicas ou privadas que sejam parceiras do projeto, onde são desenvolvidos programas e ações educacionais com foco no meio ambiente.


Um Post retirado do Blog da Jornalista Nicelle Almeida, Uma nova amiga na Blogosfera.


Nicelle







sábado, 8 de janeiro de 2011

Aprenda a Reutilizar a Borra do Café em 10 Dicas!



Nós os brasileiros somos os mestres no café, sinceramente acho o nosso café é muito delicioso. Ao terminamos de fazer o café resta a borra do café e não sabíamos o que fazer com a borra e a pergunta surgia o que  fazer com ela jogar no lixo? Não eu vou te dar 10 dicas de como reaproveitar a borra do café que será muito útil para você e para o meio ambiente.

1. Mantenha o encanamento da cozinha sem cheiro - Alguma vez você passou por sua cozinha e sentiu um odor desagradável, só para descobrir que vem do ralo? Você pode usar borra de café cerca de uma vez por semana para corrigir este problema. O primeiro passo é aquecer um pouco de água para ferver em um bule de chá ou em uma panela. Quando a água estiver quente, traga-a para a pia. Despeje cerca de meia xícara de borra de café no ralo, seguida imediatamente pela água quente. Você deve despejar pelo menos 5 xícaras de água fervente depois da borra. A água quente irá empurrar os grãos, garantindo que não vão entupir o ralo. O encanamento deverá permanecer sem odores por pelo menos uma semana após isto.


2. Tingimento - Tingir objetos pode não ser o seu passatempo frequente, mas quando precisa ser feito, é bom saber que há uma solução fácil. A borra de café pode servir como um excelente corante marrom para qualquer coisa, desde tecidos até papel ou até mesmo ovos de Páscoa. Pegue a borra de café e feche-a dentro de um filtro ou nylon . Mergulhe em duas xícaras de água quente por cinco a dez minutos. Depois de ter feito isso, você tem um corante pronto para uso. Quando tingir um pedaço maior de tecido, simplesmente aumente a quantidade de água e a quantidade de borra. Se você tem mobília marrom, um corante feito de borra de café também pode ser usado para encobrir as manchas indesejadas.

3. Limpador - Todos nós enfrentamos objetos difíceis de limpar em nossas vidas. Se você tem uma panela que simplesmente não limpa, ou um cinzeiro cheio de manchas, a borra de café como um limpador pode ser a sua solução. A borra é extremamente abrasiva e ácida, o que lhe dá uma vantagem quando se trata de limpeza difícil. Simplesmente misture com um pouco de água e em seguida esfregue com uma escova firme. Certifique-se de que os objetos que você vai limpar são resistentes a manchas. Caso contrário você tem que fazer da limpeza um processo rápido, porque, conforme mencionado acima, a borra de café pode tingir as superfícies.

4. Repelente para gatos e pragas – Apesar de alguns de nós amarmos os gatos, não os amamos em nossos jardins; os gatos que vivem ao ar livre muitas vezes têm dificuldade para distinguir entre uma caixa de areia e o seu jardim. Você pode se surpreender em descobrir que a borra de café pode ajudá-los a fazer essa distinção! Basta misturar um pouco de borra de café com um pouco de casca de laranja, e em seguida espalhar pelo jardim. Uma vez que os gatos não gostam do cheiro do café, bem como de quaisquer cheiros cítricos, esta mistura vai conduzi-los para longe rapidamente! Não só ela pode manter os gatos fora de seu jardim ou quintal, como também a borra de café mantém as formigas bem longe! Formigas também não gostam deste cheiro, e muito provavelmente, da acidez do café. Se você está tendo problemas com formigas e tem algum tempo livre, espalhe borra de café sobre cada formigueiro. Após cerca de uma semana espalhando a borra persistentemente, a maioria destas formigas inconvenientes vai encontrar um novo lugar para morar!

5. Melhore o crescimento da cenoura e do rabanete - Todos nós já ouvimos dizer que a borra de café é um excelente fertilizante para o solo do jardim. Talvez você também saiba que a borra enriquece consideravelmente o adubo que preparamos em casa para o jardim. O que você provavelmente não ouviu, é que a borra pode melhorar o crescimento de cenouras e rabanetes em particular. Antes de plantar, misture suas sementes de cenoura e de rabanete com borra de café. Depois, plante. Não só a borra aumentará o tamanho e a quantidade de cenouras e rabanetes que vão brotar, como também ela afugenta as pragas atraídas por seus vegetais. Faça esta tentativa, e observe o crescimento da sua "colheita".

6. Desodorizante - Quer você adore ou deteste o cheiro do café, este cheiro não é um problema quando se trata de usar borra de café como um desodorizante. A borra de café atrai e prende odores indesejáveis, sem misturar estes odores com o inconfundível aroma de café. Depois de secá-la (você pode usar toalha de papel) coloque a borra dentro de uma meia-calça velha. Feche e amarre a meia, e então simplesmente coloque estes sachês desodorizantes dentro de armários ou qualquer área que precise ser refrescada. Os resultados vão durar por algumas semanas, talvez por um mês. Você pode aplicar o mesmo método ao seu congelador. Para quê gastar dinheiro com bicarbonato de sódio, quando a sua borra de café faz o mesmo trabalho? Depois de secar como fez anteriormente, coloque a borra dentro de um pote vazio de margarina ou algo semelhante. Coloque a tampa sobre o pote, mas faça buracos na parte superior para permitir o fluxo de oxigênio. Sem esse oxigênio, a borra de café não será capaz de absorver os odores com eficácia.

7. Dê um empurrãozinho ao seu cabelo - Talvez você já esteja pronto para descartar completamente esta dica, mas a borra de café pode fazer bem ao seu cabelo, especialmente se você é moreno. Em nível cosmético, a borra de café intensifica a cor do cabelo marrom ou preto. O café também dá um brilho extra ao seu cabelo. Esfregando a borra no couro cabeludo, você pode melhorar a saúde da pele, ajudando a evitar caspa. Então como é que isto funciona? Quando você estiver no chuveiro e já lavou o cabelo, pegue um pouco de borra - não importa se ainda está molhada - e esfregue a borra em todo o cabelo. Depois de ter espalhado e friccionado bem em seu cabelo, enxágue. É uma boa idéia fazer isto depois de usar o shampoo e antes do condicionador, para ter certeza de você realmente removeu a borra, evitando que deixe algum cheiro no cabelo. Você também pode usar borra de café para tornar mais brilhante o pelo de seu cão. Algumas pessoas sugeriram que a borra pode servir como controle das pulgas. Embora a borra possa ser utilizada como um repelente de pragas em outras situações, nenhuma evidência sólida confirma que ela age como um repelente pulgas.

8. Inibidor de poeira - Não, eu não estou lhe pedindo para espalhar borra de café pela sua casa Isto é simplesmente um truque para quem tem uma lareira em casa. Se você tem uma lareira, é possível que a utilize com frequência, o que exige limpeza. A limpeza de uma lareira é um grande incômodo, uma vez que as cinzas que se formam são leves e arejadas, muitas vezes voando por toda a sua casa enquanto você tenta limpar. Mais uma vez, a solução para este problema comum está na sua cafeteira - borra de café molhada. Antes de limpar a sua lareira, tome uma boa quantidade de borra molhada e coloque suavemente sobre as cinzas e a fuligem. Ela rapidamente vai começar a absorver a poeira, o que lhe permitirá limpar sua lareira sem bagunça nem dor de cabeça.

9. Cultive seus próprios cogumelos - Este é de longe um dos usos mais interessantes para a borra de café, bem como uma técnica que você pode desfrutar em ambientes fechados o ano todo. Se você é fã de cogumelos e café, vai ficar surpreso em saber como é fácil combinar seus dois amores, e ter seus próprios cogumelos crescendo dentro de dias. Primeiro você precisa de um pote de vidro ou balde. Em seguida, você precisará obter pedaços e partes de plantas onde já estejam crescendo cogumelos, disponíveis para compra em muitos locais. Após desfrutar de três ou quatro chávenas de café, coloque a borra molhada no pote ou balde, e então empurre um dos pedaços de planta com cogumelos para dentro da borra. A cada vez que você beber café, coloque a borra no balde e acrescente mais planta. Assegure-se de manter a borra úmida. Dentro de alguns dias você deve começar a ver o cogumelo crescendo. Continue acrescentando mais borra e pedaços de plantas, até ocupar todo o espaço de seu recipiente. Talvez surja um pouco de mofo crescendo na borra; apenas remova o mofo para que não afete os cogumelos.

10. Cozinhando - Para cozinhar, não utilize a borra de café. Em vez disso opte pelo café que sobrou, ou pó fresco. Em vez de jogar fora o café que sobrou no fundo da xícara, utilize-o como amaciante de carne; mergulhe seu bife no café para tornar a carne mais macia, ao mesmo tempo acrescentando um sabor ótimo e diferente! Você também pode adicionar pó fresco em biscoitos e bolos de chocolate para um sabor mais rico e único. Tecnicamente você poderia adicionar a própria borra, mas o pó novo dá às sobremesas um sabor mais forte e fresco!

A borra de café é mais um exemplo que quase tudo é reciclável neste mundo maravilhoso que nós habitamos, se você gostou do post não deixe de saber que as dicas foi retiradas do site Como Fazer Tudo e a idéia inicial de publicar este post partiu da matéria que eu vi no Jornal Hoje da Rede Globo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Carbono é bom, mas sem exagero


É importante ficar claro: o carbono é um elemento essencial no composição de todos os organismos vivos. Ele está presente na atmosfera, nos oceanos, nos solos, nas rochas sedimentares e estocado nos combustíveis  fósseis. As plantas absorvem o carbono da
atmosfera na forma de CO2 por meio da
fotossíntese. Por outro lado, tanto plantas como
animais liberam carbono como CO2 quando morrem e sua matéria orgânica se decompõe. É um processo de leva-e-traz que tem sido responsável pelo equilíbrio da temperatura na Terra nos últimos 100 mil anos.

A estufa ao redor do planeta impede que o calor escape para o espaço e os movimentos do dos oceanos e da atmosfera fazem com que ele seja distribuído de uma forma mais ou menos uniforme, apesar das diferenças entre o dia e a noite e as zonas equatoriais e os polos. Na lua, onde não existe atmosfera, e, portanto não a gás carbônico para reter o calo, a temperatura chaga a 100 º C  durante o dia de baixa para 150 º C negativos à noite.

Cientistas mediram a proporção de CO2  em bolhas de ar guardadas a milênios sob o gelo da Antárdida e na Groenlândia . Descobriram que até dois séculos atrás essa proporção nunca passou de 290 partes por milhão (ppm). Mas a liberação de carbono, via queima de combustíveis fosseis e mudanças no uso da terra, alterou esse fluxo natural. Em 2005, a proporção de CO2 havia chegado a 379 ppm - um aumento de quase 30% em relação ao que foi registrado antes e a mais alta dos últimos 800 mil anos. temperatura da terra mudaram 
Testemunho de gelo: tubos com amostras de ar do
passado, analisados na base brasileira da  Antártida

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Muitos desafios para 2011





Graças ao nosso trabalho, ao apoio dos ciberativistas e a participação nas nossas redes sociais, o Greenpeace garantiu importantes conquistas em 2010.

Aqui no Brasil, paralisamos o trator ruralista que queria atropelar o Código Florestal no Congresso e o Desmatamento Zero e a [R]evolução Energética na agenda da campanha presidencial. Lá fora, livramos da cadeia dois ativistas julgados no Japão por denunciar esquema ilegal na indústria baleeira do país. Também conseguimos que a Nestlé revisse sua política de comprar produtos da empresa que mais desmata florestas na Indonésia, lar de grupos de orangutangos. 
Coletamos 165 mil assinaturas nas nossas petições em 2010, angariamos mais 100 mil novos seguidores no Twitter e ampliamos em 15 mil o nosso número de fãs no Facebook. O número de colaboradores – essa brava gente que com suas doações sustenta o trabalho do Greenpeace – também cresceu nos últimos 12 meses. Em dezembro de 2009, eles somavam 46 mil 762 pessoas. Este mês, já tinhamos ampliado esta base para 51 mil 147 colaboradores. São resultados excelentes, conquistados em grande parte pela determinação de vocês em defender a natureza.
O embate continuará em 2011. No Brasil, os ruralistas prometem aumentar sua pressão para desfigurar a legislação que protege nossas florestas. No resto do mundo, as negociações para evitar a crise do clima ainda seguirão em marcha lenta. Para conter a sanha do pessoal da motosserra por aqui e acelerar um acordo para reverter as mudanças climáticas, prosseguir com nosso trabalho e ter o seu apoio – no mundo virtual e no real – continuará sendo fundamental.
Por isso mesmo, o Greenpeace pede a você, ciberativista ou membro de nossas redes sociais, que reflita sobre a possibilidade de também dar um presente para o planeta neste Natal,colaborando com o Greenpeace. E para quem já é colaborador, quem sabe não sobrou um dinheirinho neste final de ano para uma doação extra? O planeta ficará imensamente agradecido.
Feliz 2011
Fonte: Greenpeace

sábado, 30 de outubro de 2010

Vulcão + Indústria = Buraco na Camada de Ozônio





Os vulcões são responsáveis pela liberação de magma acima da superfície da crosta. Eles funcionam como válvulas de escape do magma (rocha em estado ígneo) e dos gases que existem na camadas mais interiores da Terra.


Os vulcões expele altas quantidades de gases poluentes e aerossóis que polui a atmosférica, o vulcão é um inimigo poderoso do meio ambiente, Erupção vulcânica + industrialização = Buraco na Camada de Ozônio. Na hora que o vulcão expele os gases poluentes ele pode até  resfriar a temperatura climática. O vulcão tem um poder devastador.


A industrialização não ajuda em nada o meio ambiente, com os seus gases poluentes acaba com o nosso céu azul.





sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Poluição Atmosférica Um Problema da Humanidade!



As principais causas da poluição atmosférica são a queima  de combustíveis fósseis (petróleo,carvão,gás natural) e a indústria propriamente dita. O aumento da industrialização e do consumo significa aumento no consumo de energia e de matérias-primas, resultando,assim, em maior poluição.

Bilhões de toneladas de gases poluentes, principalmente dióxido de carbono, proveniente da queima de   combustíveis fosseis e de florestas, são lançados anualmente na atmosfera. Além do carbono, que constitui cerca de 50% do total de gases poluentes, aparecem o metano (mais ou menos 18%), os clorofluorcabonetos ou clorofluorcarbonatos ou CFCs (mais ou menos 14%) e outros gases (ozônio etc.), com 13%.

Entre os diversos problemas causados pela poluição, relacionados ao futuro  do nosso planeta, estão a destruição da camada de ozônio, o efeito estufa, as chuvas ácidas e os desequilíbrios ecológicos.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Conheça Livros sobre Reciclagem

 Lixo, Reciclagem e Sua História   Autor: Grippi, Sidney
   Editora: Interciência

 Reciclagem - Coleção Trabalhos Manuais em 5 Passos   Autor: Llimós, Anna
   Editora: Ciranda Cultural

 Meio Ambiente e Reciclagem - Um Caminho a Ser Seguido   Autor: Nani, Everton Luis
   Editora: Jurua

 O Saci e a Reciclagem do Lixo - Coleção Viramundo   Autor: Branco, Samuel Murgel
   Editora: Moderna

 A Reciclagem Integradora dos Apectos Ambientais, Sociais e Econômicos   Autor: Urani, A.; Hopstein, Graciela; Gonçalves, Pólita
   Editora: DP&A

 Manual de Reciclagem: Coisas Simples que Você Pode Fazer   Autor: Javnarama
   Editora: José Olympio

 Mini Larousse da Reciclagem - Série Mini Larousse   Autor: Raggiotti, Naiara
   Editora: Larousse Brasil

 Reciclagem - Coleção Nosso Ambiente   Autor: DCL
   Editora: DCL Difusão Cultural

 Reciclagem do Plástico   Autor: Braido, Eunice
   Editora: FTD

 Reciclagem do Vidro   Autor: Braido, Eunice
   Editora: FTD

 A Arte da Reciclagem   Autor: Adeodato, Sérgio; Fridman, Paulo
   Editora: Horizonte Geográfico

 A Reciclagem do Alumínio no Brasil   Autor: Castro, Mauricio Barros de
   Editora: Desiderata

 Chico Papeleta - E a Reciclagem de Papel - Coleção Viramundo   Autor: Santa Rosa, Nereide Schilaro
   Editora: Moderna

 Lixo e Reciclagem - Coleção Preserve o Mundo   Autor: James, Barbara
   Editora: Scipione

 Reciclagem do Metal - Coleção O Luxo do Lixo   Autor: Braido, Eunice
   Editora: FTD

O meio ambiente ruge

Eleição mostra que deputados identificados com o desmatamento perderam votos. É sinal de que o eleitor quer ver o meio ambiente debatido no segundo turno.
zoom

A onça mostra a que veio. 
Tom Jobim já dizia que o Brasil não é para principiantes. Enquanto os analistas se dedicam a explicar o resultado e a especular sobre o rumo que Marina Silva irá tomar diante da disputa entre Serra e Dilma no segundo turno, o Greenpeace acredita que é mais do que hora da questão ambiental – justamente a que catapultou a senadora no cenário político brasileiro – encontrar seu lugar entre os temas prioritários da agenda nacional, acabando com a síndrome de que político que fala em meio ambiente perde votos. Marina teve 20 milhões de votos.
Dilma e Serra não podem mais fugir do tema. Para além do que fazer em saúde, educação, segurança e emprego, que são alvo das promessas dos candidatos, o Greenpeace defende que há assuntos dentro da pauta ambiental que precisam ser priorizados no plano de governo de um futuro presidente da República.
O primeiro deles é a compatibilização entre a expansão da agricultura e a garantia da preservação das nossas florestas. Num país com mais de uma centena de milhões de hectares abandonados e outros tantos desmatados, dizer que é preciso desmatar mais para continuar plantando é repetir o velho mantra de que a destruição da natureza é o passaporte para o desenvolvimento.
Assim, a tentativa de acabar com o Código Florestal no Congresso Nacional, que conta com o apoio de setores dos mais diferentes partidos, incluindo o PT e o PSDB, é o primeiro tema que exige da sociedade uma atenção imediata. Qualquer dos dois candidatos que não deixar clara a importância do código para a proteção de nossas florestas vai se comprometer não com o futuro, mas com um Brasil atrasado.
Outro assunto fundamental é o que fazer para que o Brasil assegure o crescimento da sua economia sem sujar a nossa matriz de geração elétrica, baseada principalmente em fontes limpas e renováveis. Não bastasse o fato de estarmos aumentando a geração de energia a partir de fontes sujas, embarcamos na aventura do pré-sal sem medir os impactos ambientais e econômicos dessa opção.
Ela vai dobrar as nossas emissões dos gases de efeito estufa e certamente atrasará o esforço que o país precisa fazer para não perder a corrida tecnológica pela busca do combustível limpo e renovável que vai fazer o mundo se mover no século 21.
O candidato presidencial que decidir ignorar as questões ambientais daqui para a frente corre sério risco de entrar em choque com o eleitor. Se algum deles duvidar disso, basta estudar o que aconteceu na eleição para Câmara dos Deputados. Em todo o país, deputados identificados com a causa ruralista e que combateram o Código Florestal nos últimos meses, defendendo a anistia para desmatadores, viram emagrecer seu cabedal eleitoral ou simplesmente não foram eleitos, caso de Valdir Colatto (PMDB-SC).
Aldo Rebelo (PCdoB-SP), líder da ofensiva contra o Código Florestal, angariou o dobro de fundos mas perdeu 47 mil votos em relação a eleição de 2006. Abelardo Lupion (PMDB-PR), outro ruralista empedernido, foi eleito. Mas não por seus próprios méritos. Teve que se valer da força eleitoral de sua legenda. Com os deputados identificados com a defesa de nossas florestas aconteceu exatamente o contrário. Rebeca Garcia (PP-AM) teve 64 mil votos a mais do que na eleição passada. Ivan Valente (PSOL-SP), de 83 mil votos em 2006, saltou para 189 mil em 2010. O eleitor deu um recado. Ficar a favor do crime ambiental, definitivamente, não compensa.
Fonte: GREENPEACE

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Poluição da Água e Soluções para não ter esse problema!


A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.

Falta de água 

Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.

Causas da poluição das águas do planeta 

As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.

Problemas gerados pela poluição das águas 

Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.

Soluções 

Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.

Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.

Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Você sabe o que é Impactos Ambientais?

Impacto ambiental é a alteração no meio ambiente por determinada ação ou atividade. Atualmente o planeta Terra enfrenta fortes sinais de transição, o homem está revendo seus conceitos sobre natureza. Esta conscientização da humanidade está gerando novos paradigmas, determinando novos comportamentos e exigindo novas providências na gestão de recursos do meio ambiente. 

Um dos fatores mais preocupantes é o que diz respeito aos recursos hídricos. Problemas como a escassez e o uso indiscriminado da água estão sendo considerados como as questões mais graves do século XXI. É preciso que tomemos partido nesta luta contra os impactos ambientais, e para isso é importante sabermos alguns conceitos relacionados ao assunto. 

Poluição é qualquer alteração físico-química ou biológica que venha a desequilibrar um ecossistema, e o agente causador desse problema é denominado de poluente. 

Como já era previsto, os principais poluentes têm origem na atividade humana. A Indústria é a principal fonte, ela gera resíduos que podem ser eliminados de três formas: 

Na água: essa opção de descarte de dejetos é mais barata e mais cômoda, infelizmente os resíduos são lançados geralmente em recursos hídricos utilizados como fonte de água para abastecimento público. 

Na atmosfera: a eliminação de poluentes desta forma só é possível quando os resíduos estão no estado gasoso. 

Em áreas isoladas: essas áreas são previamente escolhidas, em geral são aterros sanitários. 

Classificação dos resíduos: 

Resíduos Tóxicos: são os mais perigosos e podem provocar a morte conforme a concentração, são rapidamente identificados por provocar diversas reações maléficas no organismo. Exemplos de geradores desses poluentes: indústrias produtoras de resíduos de cianetos, cromo, chumbo e fenóis. 

Resíduos minerais: são relativamente estáveis, correspondem às substâncias químicas minerais, elas alteram as condições físico-químicas e biológicas do meio ambiente. Exemplos de indústrias: mineradoras, metalúrgicas, refinarias de petróleo. 

Resíduos orgânicos: as principais fontes desses poluentes são os esgotos domésticos, os frigoríficos, laticínios, etc. Esses resíduos correspondem à matéria orgânica potencialmente ativa, que entra em decomposição ao ser lançada no meio ambiente. 

Resíduos mistos: possuem características químicas associadas às de natureza biológica. As indústrias têxteis, lavanderias, indústrias de papel e borracha, são responsáveis por esse tipo de resíduo lançado na natureza. 

Resíduos atômicos: esse tipo de poluente contém isótopos radioativos, é um lixo atômico capaz de emitir radiações ionizantes e altamente nocivas à saúde humana. 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Você sabe o que é Gestão Ambiental?


Gestão ambiental é um sistema de administração empresarial que dá ênfase na sustentabilidade. Desta forma, a gestão ambiental visa o uso de práticas e métodos administrativos que reduzir ao máximo o impacto ambiental das atividades econômicas nos recursos da natureza.

Métodos e objetivos principais da gestão ambiental:

- Uso de recursos naturais de forma racional.

- Aplicação de métodos que visem a manutenção da biodiversidade.

- Adoção de sistemas de reciclagem de resíduos sólidos.

- Utilização sustentável de recursos naturais.

- Tratamento e reutilização da água e outros recursos naturais dentro do processo produtivo.

- Criação de produtos que provoquem o mínimo possível de impacto ambiental.

- Uso de sistemas que garantam a não poluição ambiental. Exemplo: sistema carbono zero.

- Treinamento de funcionários para que conheçam o sistema de sustentabilidade da empresa, sua importância e formas de colaboração.

- Criação de programas de pós-consumo para retirar do meio ambiente os produtos, ou partes deles, que possam contaminar o solo, rios, etc. Exemplo: recolhimento e tratamento de pneus usados, pilhas, baterias de telefones celulares, peças de computador, etc.


A adoção de gestão ambiental é importante para uma empresa por diversos motivos. Em primeiro lugar porque ela associa sua imagem ao da preservação ambiental, melhorando no mercado as imagens das marcas de seus produtos. Empresas que adotam este sistema conseguem reduzir seus custos, evitando desperdícios e reutilizando materiais que antes eram descartados. Empresas com gestão ambiental melhoram suas relações comerciais com outras empresas que também seguem estes princípios.

ISO 14000

O ISO 14000 é um conjunto de normas técnicas e administrativas que estabelece parâmetros e diretrizes para a gestão ambiental para as empresas dos setores privado e público. Estas normas foram criadas pela International Organization for Standardization - ISO (Organização Internacional para Padronização).

domingo, 5 de setembro de 2010

Um olha do espaço. O outro, do ar

Imazon solta novos dados do SAD, que serão confirmados no campo através de sobrevoos do Greenpeace. Parceria aperfeiçoa monitoramento da Amazônia.



Depois de mais um mês inteiro debruçado sobre mapas, imagens de satélite e equações matemáticas, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou hoje os novos números do SAD, o Sistema de Alerta de Desmatamento, que monitora de forma independente a derrubada e a degradação da floresta. Agora, quem se apoia sobre os dados é o Greenpeace, que vai sobrevoar algumas áreas para conferir se os satélites estavam certos ao apontar mais de 300 quilômetros quadrados de derrubadas na Amazônia no último mês de julho.
A parceria entre as duas organizações promete refinar ainda mais o monitoramento da floresta amazônica. Em setembro, o Greenpeace fará o terceiro sobrevoo de verificação dos dados do SAD. A previsão é que ela ocorra a cada dois meses, mas que seja intensificada nos períodos em que o desmatamento dispara.
Para dar conta do recado, a organização construiu uma metodologia própria. Baseado em alguns critérios, como concentração dos pontos de derrubadas, áreas protegidas e autonomia do avião, são selecionadas cerca de 10% das áreas apontadas pelo SAD para amostragem.
Uma equipe de técnicos em geoprocessamento foi treinada especialmente para essa missão. Em maio de 2010, eles decolaram com GPS, fotógrafo e mapas do Imazon para confirmação de 108 polígonos de desmatamento e degradação indicados pelo sistema, entre os meses de janeiro e março deste ano. O sobrevôo indicou que 93% dos alertas estavam certos.
“Essa verificação é fundamental para sistemas de monitoramento como o SAD, pois as informações são baseadas em interpretação de imagens de satélite”, explica Edwin Keizer, coordenador do laboratório de Geoprocessamento (LabGeo) do Greenpeace. “Os dados reais, de campo, são complementares e confirmam se os alertas são verdadeiros.”
Em se tratando de Amazônia, porém, a função não é simples. Além da imensa extensão das áreas sobrevoadas, a verificação fica prejudicada em tempo de seca e queimadas. Nas últimas semanas, a fumaça resultante de incêndios para limpeza de terreno tornou os sobrevoos arriscados e impediu que alguns pontos fossem confirmados no sul do Amazonas, sudoeste do Pará e norte de Rondônia. “As condições de vôo são precárias. A visibilidade está muito reduzida”, avisava o piloto, pelo rádio.
Dificuldades à parte, a missão segue em frente. Além de tornar mais precisos os dados sobre a Amazônia, a ideia é que, aos poucos, esse monitoramento se torne mais abrangente e envolva mais atores. “O Greenpeace está na Amazônia, conhece a realidade da região e tem parceiros locais. Aos poucos, pretendemos envolver associações e pessoas daqui, formando uma rede de parceiros que vai tornar esse monitoramento ainda mais transparente”, diz Keizer.
Usado como alerta para os órgãos de fiscalização e a sociedade civil, o SAD cumpre função semelhante ao do Deter, o sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os alertas, porém, estão cada vez mais difíceis de serem emitidos, já que a dinâmica do desmatamento mudou de alguns anos para cá. Hoje, quase 60% das derrubadas são menores do que 25 hectares, área mínima que os dois sistemas conseguem enxergar.
Alerta confirmado: polígono de desmatamento em Novo Aripuanã, sul do Amazonas, registrado em sobrevoo. © Greenpeace/Bruno Kelly
Daí a importância de se ter cada vez mais olhos voltados para o solo. “Uma pessoa que more numa região remota da Amazônia talvez não entenda de mapas, mas pode ser um importante agente para denunciar um desmatamento que está acontecendo ali, ao seu lado”, afirma o coordenador do LabGeo do Greenpeace. “É essa associação que vai tornar o monitoramento mais eficaz daqui para frente: um olho na tecnologia e outro no ‘mundo real’".
Fonte:GREENPEACE