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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dilma, desliga a motosserra

Enquanto os senadores debatem o massacre do Código Florestal brasileiro, os índices de desmatamento voltam a subir
Greenpeace / Rodrigo Baleia


Aparentemente mais preocupada com obras de infraestrutura – que em geral causam desmatamento – do que com a conservação das florestas, a presidente Dilma Rousseff tem se mantido ausente do debate sobre o futuro do patrimônio florestal brasileiro. Mas não deixou de marcar presença hoje na inauguração da ponte que atravessa o Rio Negro, ligando os municípios de Manaus e Iranduba, no Amazonas. O Greenpeace estava lá, para chamar a presidente a agir antes que seja tarde.

Durante a manifestação, foi inflado um balão com a mensagem que a organização vem repetindo desde que a proposta de mudanças na legislação ambiental entrou na pauta dos parlamentares: “Senado, desliga essa motosserra”. Em sua campanha eleitoral, a presidente fez promessas de vetar qualquer dispositivo legal que possibilite mais desmatamentos. Além disso, o Brasil também se comprometeu mundialmente com a redução nas emissões de gases do efeito estufa, principalmente combatendo o desmatamento na Amazônia --feito que rendeu ao país um papel de destaque internacional na questão climática.

“O projeto de lei coloca em risco, de forma irresponsável, a credibilidade do país. Está na hora de a presidente e seus líderes de governo agirem de forma clara, tomando para si as rédeas desse debate e demonstrando ao Congresso que um retrocesso na legislação florestal não será tolerado”, diz Tatiana Carvalho, da Campanha Amazônia do Greenpeace.

Às vésperas de sediar a Conferência Rio+20, os olhos do mundo estão voltados para o Brasil, e o país está atento às decisões da presidente e de seus parlamentares. Mesmo antes de ser votada, a proposta de alterações no Código, que contém promessas de anistia e de estímulo à devastação, já fez estragos e foi sentida nas últimas medições de desmatamento feitas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O monitoramento já indica que a queda do desmatamento, um importante legado do governo Lula, está sendo revertida. Neste ano, os índices de degradação florestal voltaram a crescer. Baseado nos dados do Inpe, o Greenpeace calcula que esse aumento na destruição pode chegar a até 15% com relação ao ano passado.

Durante um comício em Belo Horizonte, no dia 23 de outubro de 2010, Dilma disse que era a favor de uma política de desmatamento zero. “O Brasil pode expandir sua produção agrícola sem desmatar”, afirmou. Uma vez na presidência, Dilma silenciou-se diante da tramitação do novo Código, que saiu da Câmara ao contrário do que a então canditada tinha prometido.

O debate agora corre no Senado. Dilma segue calada, a despeito do alerta do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), da USP (Universidade de São Paulo) e da Universidade de Brasília (UnB). Para estas renomadas instituições, o projeto do novo Código é um estímulo à devastação florestal. Mal se sabe sobre a posição do governo em relação às mudanças previstas. “Com esse comportamento, a presidente está condenando as florestas à motosserra e manchando a sua história política”, diz Tatiana.

Fonte: Greenpeace

terça-feira, 2 de agosto de 2011

5 coisas que você não sabe sobre a Volkswagen


 1. Apenas 6% das vendas da Volkswagen em 2010 se referem aos modelos eficientes comercializados pela companhia.

Chocante mas verdadeiro. Por isso, da próxima vez que você vir uma dessas propagandas de carro, onde eles se vangloriam de suas credenciais ambientais (essa você não pode perder: a companhia gasta mais com publicidade no Reino Unido do que qualquer outro fabricante de carro), lembre-se que, apesar do objetivo deles “ser a mais ecologicamente correta das fabricantes de carro no mundo”, a Volkswagen não utiliza sua tecnologia mais eficiente na maioria de seus veículos.

2. Volkswagen gasta milhões de libras a cada ano com grupos de lobbyng contra as leis ambientais.

O mais influente desses grupos – ACEA (a associação de fabricantes de carros) onde a Volkswagen tem um importante papel – está liderando uma acusação contra padrões de eficiência energética na Europa. Estas são as leis que precisamos para reduzir nosso uso de petróleo. Ao usar menos petróleo, isso custará menos para encher nossos tanques de gasolina e assim não mais enviaremos temerários perfuradores a lugares como o Ártico, onde eles arriscam vazamentos catastróficos.

3. Volkswagen também está promovendo campanhas contra o novo alvo europeu de reduzir em 30% as emissões de CO2 até 2020.
Embora mais de 100 líderes de negócios incluindo o Google e a Unilever apóiem o alvo de 30%, que podem encorajar a economia européia, estimular investimentos em novas tecnologias e ajudar o combate à mudança climática, Volkswagen está abertamente contra o alvo. Eles têm dito que isso pode “conduzir para a desindustrialização da Europa”. Estudos da Comissão Européia mostram que 30% até 2020 não é apenas possível e acessível, é também necessário para criar novos empregos verdes e para garantir a segurança energética do continente europeu.

4. Como a maior companhia de carro na Europa, Volkswagen tem a maior pegada climática entre todas as fabricantes de carro da Europa.

Um em cada cinco carros vendidos na Europa é um Volkswagen. Em 2009, novos carros vendidos pela companhia na Europa emitiram mais de cinco milhões de toneladas de CO2 por ano, representando cerca de um quarto do total de uso de óleo e emissões dos novos carros da Europa. O tamanho da Volkswagen significa que qualquer mudança que eles façam terá um grande impacto nas emissões de veículos. Ano passado, a Volkswagen fez apenas o mínimo necessário para seguir com as leis de eficiência – reduzindo suas emissões em 5% - e está atualmente em atraso em relação a companhias como a Toyota e a BMW em relação aos indicativos de eficiência.

5. Volkswagen penaliza consumidores que querem veículos limpos e inteligentes quando inflam artificialmente seus preços e fazem deles apenas um produto marginal em sua carteira de carros.

Embora a Volkswagen tem desenvolvido sua tecnologia Blue Motion, que pode ser construído em seus carros, fazendo deles mais limpos e eficientes, a tecnologia só está disponível como um caro opcional. A companhia cobra de seus consumidores um adicional de mais de mil libras para adicionar o Blue Motion a um carro novo, apesar de a tecnologia custar apenas 260 libras para ser feita. Fazer do Blue Motion um padrão em sua frota economizaria o dinheiro do consumidor em petróleo e reduziria a demanda por óleo.

Leia mais no relatório: O Lado Negro da Volkswagen.

Fonte: Greenpeace

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Os apelos radioativos de Dilma


A portas fechadas, eis que Dilma Rousseff finalmente revela o que pensa sobre Angra 3. Em conversa com o presidente da Alemanha, Christian Wulff, a presidente fez um apelo para que ele interceda em favor do projeto de construção da usina, que depende de financiamento alemão.

Quase dois meses se passaram desde a tragédia japonesa em Fukushima e vários países anunciaram que irão reavaliar medidas de segurança e até mesmo repensar seus planos nucleares. Por aqui, o governo manteve silêncio, mesmo frente aos vários pedidos do Greenpeace para que interrompa a construção de Angra 3, um projeto desnecessário, caro e perigoso, com tecnologia completamente defasada.

O presidente alemão, segundo revelou nota no jornal O Globo de hoje, não teria cedido tão facilmente aos apelos radioativos de Dilma. Ele confirmou que vem sofrendo intensas pressões internas, especialmente eleitorais, para cancelar o crédito de exportação que o governo concederia para a compra dos equipamentos necessários à Angra 3.

A parceria Brasil-Alemanha em projetos nucleares data da década de 1970 e o aporte do país ao projeto de Angra 3 é de cerca de R$ 3 bilhões. Sem ele, o financiamento para a construção do calhambeque atômico ficaria na mão do BNDES. O Greenpeace esteve na porta do banco em abril para pedir que ele cancele este investimento em insegurança. Esteve também em Brasília, em frente ao Palácio do Planalto, com um pedido direto à presidente pelo fim de Angra 3.

Que coisa feia Dilma!!!
#PAREANGRAIII

FONTE: Greenpeace

terça-feira, 26 de abril de 2011

BNDES financia a insegurança nuclear

Greenpeace simula acidente nuclear na sede do banco no Rio de Janeiro e cobra a suspensão do investimento em Angra III para garantir a segurança do país.
Na véspera do aniversário de 25 anos do acidente nuclear em Chernobyl, na antiga União Soviética, uma ‘nuvem radioativa’ cobriu a sede do BNDES, no Rio de Janeiro. A fumaça laranja que subiu aos céus no Largo da Carioca, endereço do banco no centro da cidade, foi ao mesmo tempo um alerta sobre os perigos de um acidente nuclear e um apelo para que o BNDES suspenda o financiamento para a construção da usina nuclear de Angra III.
Por volta das nove e meia da manhã, ativistas do Greenpeace vestidos como equipes de resgate em acidentes nucleares dispararam sinalizadores de fumaça na frente do prédio do BNDES, simulando contaminação por radiação. Um cartaz pedia ao BNDES para não financiar uma geração de energia tão insegura, como provam Chernobyl e Fukushima.
O governo brasileiro tem na manga cinco projetos de novas usinas nucleares. Quatro ainda estão sem endereço definido. Jacques Vagner, governador da Bahia, torce para levar a maior parte delas para seu estado. A quinta está para ser construída em Angra dos Reis, no litoral Sul fluminense, no complexo que já abriga as usinas nucleares de Angra I e II. A nova unidade, Angra III, já custou aos cofres públicos 1 bilhão de reais e a estimativa do seu custo total ultrapassa 10 bilhões de reais. É muito dinheiro para se investir em uma usina que até seus criadores, os alemães, consideram uma espécie de calhambeque atômico.
Veja a galeria de fotos:

Os planos de Angra III datam da década de 70 e empregam tecnologia alemã. Seus reatores podiam ser chamados de modernos nos anos 80, quando foram construídos. Hoje, são peças de museu. Após o acidente no complexo nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, em 11 de março, o governo alemão, antigo parceiro na empreitada atômica brasileira, anunciou a revisão da fiança de 3 bilhões de reais que havia estendido ao projeto de Angra III. A chanceler alemã Ângela Merkel foi apenas coerente com o que está fazendo em casa.

Assine nossa petição pelo fim de Angra III

Pressionada nas urnas a abandonar os planos nucleares, Merkel cancelou as operações de sete reatores fabricados na década de 80 em seu país, similares ao que será instalado em Angra III. E mandou investigar a fundo seus protocolos de segurança. Foi um claro sinal de que a Alemanha acha que reatores fabricados há três décadas são ultrapassados e perigosos.





“Angra III não tem plano de segurança adequado e não apresenta destinação para o lixo radioativo, a exemplo das outras duas usinas em operação na região. Se a Alemanha, detentora da tecnologia dos reatores, já admitiu que não considera a tecnologia segura, por que insistimos em seguir adiante com uma obra de alto risco?”, questiona Ricardo Baitelo, responsável pela Campanha de Energia do Greenpeace.

Publique sua foto no Facebook e diga a todos que você está conosco contra Angra 3!

Desde o acidente no Japão, governos de vários países como Rússia, Bélgica, Suíça, Itália e China já se manifestaram contrários ao investimento em geração nuclear. Uma pesquisa de opinião de âmbito mundial, levada a cabo aqui no Brasil pelo Ibope, revelou que 54% da população brasileira se opõe às usinas nucleares. A mesma pesquisa, que rendeu reportagem no jornal O Estado de S. Paulo do último dia 19 de abril, mostra que, em outros países, a oposição à energia nuclear também é majoritária.

“Resta ao BNDES pensar melhor destino para o dinheiro público do que o investimento em uma fonte insegura, altamente perigosa, cara e desnecessária. O Brasil tem potencial para se tornar 100% renovável com energia limpa e totalmente segura como eólica e solar a custo muito menor”, afirma Baitelo.

A data do protesto foi escolhida para relembrar o pior acidente nuclear que o mundo já assistiu, em Chernobyl, atual Ucrânia. No dia 26 de abril o acidente completa 25 anos, mas continua a fazer vítimas. O perigo da energia nuclear, no entanto, parece não querer ser esquecido. O recente acidente em Fukushima, no dia em que completou seu primeiro mês, foi elevado à categoria 7, mesmo nível de gravidade de Chernobyl.

FONTE: GREENPEACE

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pare Angra III

Endereço da Photo


O Greenpeace Brasil criou uma petição que está sendo enviada para a Presidente Dilma pedindo que interrompa a construção da usina Angra III. Aqui em baixo tem a mensagem que é enviada para a presidente Dilma: 

Exma. Senhora Presidente Dilma Rousseff

À custa do sofrimento e angústia de milhares de japoneses, o mundo parece ter finalmente acordado para os perigos da energia nuclear. Rússia, Bélgica, Suíça e Estados Unidos estão repensando seus projetos nucleares. China e Alemanha suspenderam os investimentos em novas usinas. Até Hugo Chavez anda repensando seus projetos nucleares.

Como a senhora pode ver, presidente Dilma, o Brasil deve seguir o mesmo caminho e interromper a construção de Angra III. Desse modo, nos colacaremos em ótima companhia, aquela dos países em que seus líderes entenderam o recado do acidente do Japão.

Nuclear não representa riscos apenas em situações extremas, como o terremoto de alta magnitude no Japão. As usinas nucleares estão suscetíveis a inúmeros e diferentes tipos de acidentes, na geração, no transporte do combustível para as usinas e no descarte do lixo radioativo.

O investimento não compensa. Angra I e II passam por desligamentos frequentes, só representam 2% da energia brasileira e custaram mais de R$ 20 bilhões ao cofres públicos. Angra III nem começou a ser construída e já custou mais de R$ 1,5 bilhão em equipamentos. Para ser concluída, precisará de mais R$ 9 bilhões. Sua tecnologia é ultrapassada, a geografia da região é instável e populosa e não há plano eficiente de evacuação.

O Brasil é o país com um dos maiores potenciais de geração de energia limpa e segura do mundo, já que as renováveis podem dar conta do recado e atender a 93% de toda a demanda nacional. Definitivamente, não precisamos de energia nuclear.

Presidente, interromper o projeto de construção de Angra III e não colocar minha vida em risco é uma questão de escolha. Apelo para que a senhora faca o país rumar na direção das energias limpas e seguras como a solar e a eólica.

Pare Angra III.

Passe no site do Greenpeace Brasil e faça como eu e muitas outras pessoas, assine a petição e tente evitar a construção da usina Angra III.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Curtir ou não Curtir, eis o carvão


Desde que o Facebook anunciou a construção de um centro de dados movido a carvão, o Greenpeace está no pé da rede social. Com uma pitada de descontração, nosso escritório nos Estados Unidos – local da planta – iniciou uma campanha para que o fundador da rede, Mark Zuckerberg, deixe de lado essa fonte antiga e suja e opte por fontes renováveis.

Por enquanto, Zuckerberg não deu ouvidos. Então, continuamos em frente. Quase 60 mil pessoas já “curtiram” a página “Unfriend Coal”, criada no Facebook para dar voz à campanha. O último passo foi um concurso relâmpago: pedimos que fossem enviadas fotos ou montagens criativas pedindo à companhia que aderisse às renováveis.

O resultado foi divertido. Em cinco dias, chegaram mais de 600 fotos e centenas de pessoas “curtiram” a iniciativa. Nas imagens enviadas, até Einstein e bichos de estimação entraram na dança. Nossa expectativa é que até 22 de abril, Dia da Terra, o Facebook apresente um novo plano de suprimento de energia para seu centro de dados. Até lá, você também pode enviar sua foto. Para ver as finalistas, clique aqui.

FONTE: Greenpeace

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tem uma usina logo ali

VISUALIZAÇÃO MELHOR DO MAPA
Você sabia que existem mais de duas mil usinas de geração de energia no País? Elas estão aí, espalhadas pelo Brasil, algumas bem perto de onde você vive. Veja onde estão e entenda quais os principais impactos causados por elas na comunidade e no meio ambiente.

Hidrelétrica e pequenas centrais elétricas

Atualmente o Brasil possui 173 hidrelétricas e 392 pequenas centrais elétricas, que produzem 84% da energia do País.

Para ser construída, a usina alaga grandes áreas, desalojando comunidades, causando impactos na biodiversidade e alterando o fluxo de rios.

Nuclear

A rede elétrica brasileira possui duas usinas nucleares, responsáveis por 2,79% da energia do País.
Risco de acidentes, desafio de gerir rejeitos radioativos, impactos na água e no solo, resultantes da mineração são alguns dos principais problemas dessa energia. É considerada a fonte de energia mais polêmica.

Termelétrica

Esse tipo de usina é a que o País possui em maior quantidade. São 1408 plantas espalhadas pelo território, responsáveis pela produção de 13,08% da energia do Brasil.

Termelétricas podem ser abastecida com óleo combustível, gás natural, carvão, biomassa, gás natural ou diesel, causando a emissão de gases de efeito estufa, impactos na saúde humana, impactos na água e no solo, resultantes da mineração.

Eólica

É uma das mais recentes fontes de energia do País. Em pouco mais de cinco anos, o governo construiu 51 plantas, o equivalente a 0,13% da energia brasileira.

Se mal planejada, pode afetar a rota de migração de pássaros. O ruído gerado causa impacto na fauna local. É considerada atualmente a geração de energia mais limpa.

FONTE: Greenpeace

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Apagão na Minha Casa!


Ontem de noite quando calmamente assistia um filme da Vida de Ray Charles enterpretado por Jamie Foxx ocorre um apagão dentro da minha casa ( não sabendo que era ne vários Estados), quando as luzes apagam e você só ouve a voz de uma criança de um ano chorando que não sabe o por que da luz ter apagado, você fica sem saber o que fazer no meio da escuridão, foi muito difícil acalmar Iana, Mas o fim de noite surpreendera toda minha família sem luz, foi difícil dar banho em Iana, também foi difícil se locomover pela casa garantindo belos hematomas sem falar do calor que era insuportável, enfim todos dormiram la pra uma hora da manhã, foi uma noite difícil mas acho que deve ter sido pior para quem estava na rua.


Hoje o jornal divulgou a noticia de que o a pagão foi em grande escala pelo nordeste ( e eu pensando que era só um problema na minha rua), vendo essa noticia pensei como um apagão desse ocorre no Brasil, então fui procurar me informar um pouco sobre esse apagão encontrei bastante informação, nos jornais de Salvador eles trataram o problema do apagão com muita seriedade.


Entrei agora a pouco no site do Greenpeace e encontrei uma notícia sobre o apagão que me esclareceu bastante: 


Oito estados do Nordeste passaram até quatro horas sem luz na madrugada desta sexta-feira, dia 04, graças a uma falha técnica em uma subestação de transmissão de energia no interior de Pernambuco, que provocou um efeito cascata de falta de energia na região. O incidente comprova que o Brasil precisa investir em eficiência de geração e distribuição de energia. 


“Gerar energia mais perto de onde ela será consumida, o que chamamos de geração descentralizada, é a maneira mais segura de garantir que não haverá falta de eletricidade no país”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace. “Além de uma alternativa para o problema de apagões generalizados, a descentralização evita as perdas de energia que acontecem no processo de transmissão e pode garantir fornecimento a um milhão de pessoas que ainda não têm energia elétrica no Brasil”, diz. 

A nova versão do relatório Revolução Energética, estudo elaborado pelo Greenpeace, em parceria com especialistas do setor e lançado no final de 2010, mostra como o Brasil pode se tornar 93% renovável nos próximos 40 anos, com investimentos em energia limpa e eficiência. Pelas projeções do relatório, 26,4% da energia que consumiremos será proveniente de solar e eólica. “O Nordeste é a região do país onde o sol e o vento podem gerar mais energia. Com todo este potencial, não faz sentido um defeito de transmissão ser capaz de cessar o abastecimento de oito estados”, conclui Baitelo.

A falta de luz me fez pensar como somos tão dependentes da energia, quem não tinha um palito fósforo em casa teve que se virar do mesmo jeito dos nossos antepassados. 


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Proteste nas 'ruas' da internet


Você sabia que participar do Greenpeace como um ciberativista faz a diferença nas ações em defesa do planeta? A cada dia, criamos diferentes formas de mobilização on-line. Elas ampliam a pressão sobre os responsáveis pela destruição das florestas, pelo aquecimento global e pela degradação dos oceanos.

Além de assinar nossas petições, você participa como ciberativista ao escrever em seu blog, repassar as petições a amigos e replicar nossas notícias – criando uma onda de mobilização na rede.

Com ações nacionais e globais, conectamos pessoas de todo o mundo por um objetivo comum: transformar o planeta em um lugar mais justo, mais limpo e mais pacífico para esta e futuras gerações.

Faça parte desse time!

O que você pode fazer:

- assinar as petições on-line;
- encaminhar nossos e-mails a seus amigos;
- seguir o Greenpeace nas redes sociais;
- publicar nossas notícias/vídeos/petições em blogs, sites e redes sociais;
- comentar nossas notícias;
- iniciar debates e fóruns sobre as campanhas do Greenpeace, incentivando a troca de conhecimento;
- juntar-se a nós como colaborador.